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Blog de Luis Paiva


O MITO ARGENTINO

Hoje, aniversário da morte de Evita Peron. Não gosto da Madona, mas acho que ela se salvou em EVITA (dirigido pelo gênio Alan Parker). O filme merece ser visto, principalmente pela interpretação do clássico "Don't cry for me Argentina". 



Escrito por luis paiva às 15h48
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MEMÓRIAS DE INFÂNCIA

 

É bom lembrar que houve um tempo sem computação gráfica, sem efeitos digitais, a televisão em preto e branco. Eu vivi esse tempo !

Terminado o seriado a gente saia pela rua, com uma toalha amarrada no pescoço, querendo enfrentar os Incas Venusianos.

Eu quis ser o Nacional Kid !



Escrito por luis paiva às 23h20
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AS FAMILÍAS

Gueto de Varsóvia - 1943

 

Iraque - 2008



Escrito por luis paiva às 22h11
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AS CRIANÇAS

Varsóvia - 1943

 

Palestina - 2008



Escrito por luis paiva às 16h19
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OS MUROS

Varsóvia - 1943

 

Palestina - 2008



Escrito por luis paiva às 15h56
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DA SÉRIE : REVIRANDO NOSSOS GUARDADOS

Ruben Alves e Arguello

Ano de 1990, em São Félix do Araguaia - Formatura do Projeto Inajá



Escrito por luis paiva às 11h57
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CALÇADAS LIVRES*

 

Chama a atenção de todos a situação em que se encontram as calçadas em nossa cidade.

Não quero me referir aqui, somente á situação de conservação das mesmas, (muitas tomadas pelo mato, cheias de buracos e em completo estado de abandono), mas sim ás condições de uso e traficabilidade desse importante espaço público.

Segundo o Código de Transito Brasileiro (Lei n° 9503/97), calçada é: “parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada a veículos, reservada ao transito de pedestres...”

Faça, como experiência, a seguinte atividade: caminhe pelas calçadas (nos dois sentidos), da Avenida Severiano Neves desde o início onde está o Colégio Frageli, indo em direção ao cais do Rio Araguaia.

Se nos colocarmos no lugar das crianças, dos idosos, dos portadores de necessidades especiais, das gestantes, ou de uma mãe empurrando um carrinho de bebê, vamos sentir “na pele” o desconforto e o risco que estas pessoas estão correndo, pois tem que dividir o espaço das ruas com os carros e motos, que muitas vezes passam em alta velocidade.e empurrando um carrinho de bebs crianças, dos idosos, dos portadores de necessidades especiais, das gestantes, ou de uma m

Quando não apresentam problemas nas condições físicas, as calçadas são palco de outros tipos de usos que se apropriam do espaço do pedestre, privatizando o espaço público.

O primeiro uso indevido a ser destacado é a calçada como canteiro de obras. Nela, o proprietário do imóvel usa o espaço público para preservar o seu, fazendo o depósito de materiais necessários e os trabalhos da construção: (tijolos, blocos, sacos de cimentos, ferro, etc) e canteiro de obras com uso de cercados de madeiras para preparar argamassa, betoneiras e etc.

Outro uso muito comum é da extensão do espaço comercial. Há apropriação da calçada pelos estabelecimentos comerciais, colocando produtos á venda, bicicletas cargueiras, depósitos de gás, e utilizando-a até como local de bancada para consertos mecânicos.  Outras vezes, o comerciante se apropria do espaço de maneira diferente, como para a publicidade. Utilizam a calçada para a colocação de placas que dificultam ou impedem a circulação, demonstrando o desprezo ao espaço público.

Outro caso absurdo do uso das calçadas está diretamente associado ao uso das calçadas pelos automóveis e motos, que muitas vezes a transformam em estacionamentos. O que chama mais a atenção é que nem mesmos órgãos oficiais escapam dessa “tentação” de colocar seu carro mais perto da porta de entrada ou debaixo de uma boa sombra. 

O pedestre, que já circula com dificuldade e disputa, muitas vezes o espaço da rua com o carro, passa aqui, a disputar a própria calçada, invadida pelo automóvel e pela moto.  

Sei que o município tem grandes problemas a serem enfrentados, mas acho que será na busca de solução para os pequenos que encontraremos força e ânimo para atacar os maiores.

* um dos primeiros textos que publiquei no blog. Como nada foi feito desde então...



Escrito por luis paiva às 11h49
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DA SÉRIE : COISAS QUE TENHO DIFICULDADES DE ENTENDER

(tal de "som automotivo")



Escrito por luis paiva às 13h35
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MARCELO NO ARAGUAIA



Escrito por luis paiva às 22h13
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CRÉU NOS MEUS OUVIDOS

 

Dez dicas pra você identificar o que há de pior na música brasileira.

Ao assistir um show preste atenção para ver se você encontra algumas dessas características na banda, dupla ou conjunto musical.

 

Fique atento se:

 

  1. O (A) Vocalista passa o tempo todo gritando: “Sai do chão” ou “Tira o pé do chão”;
  2. Por falta de repertório, canta uma canção já mais do que batida e diz: “é uma nova roupagem ou uma nova leitura”;
  3. A banda, conjunto ou dupla se apresentam com dançarinas de saia curta e calcinha enfiada na bunda;
  4. No meu do show dá o número do telefone para contato;
  5. Depois de meia hora de show começa com a famosa embromação: - “cadê o grito das meninas! ou “cadê o grito dos meninos!”;
  6. Depois de repetir a música exaustivamente, chamar a “galera” pra cantar mais uma vez com um:  “agora só vocês...”
  7. Se já participou do arquivo confidencial do programa do Faustão
  8. Pelo menos um da dupla usar chapéu de cow-boy
  9. Chamar o público para uma coreografia com os braços e as mãos, hora batendo palmas, hora balançando de um lado para o outro;
  10.  Dançar no palco qualquer uma dessas coreografias de gosto duvidoso como “dança do quadro” ou “creu velocidade”... sei lá que número...


Escrito por luis paiva às 17h57
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AGENOR DE MIRANDA ARAÚJO NETO

 

A vida veloz e cortante como um raio. Um relâmpago de poesia que iluminou a música brasileira pelas janelas escancaradas do rock. Vivendo cada minuto de seus 32 anos no planeta, Cazuza cantou como ninguém a dor e a delícia de sua geração. Pois aquele garoto que ia mudar o mundo, desejando todo amor que houvesse na vida, completaria 50 anos neste ano de 2008. Doido, amoroso, explosivo ou doce. Os adjetivos transbordaram sobre um consenso, espelhado na cadeira vazia que permanece intocada no acervo do compositor: Cazuza é insubstituível.

 

 

BLUES DA PIEDADE

 

Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas

Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm

Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia

Pra quem não sabe amar
Fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar o blues
Com o pastor e o bumbo na praça



Escrito por luis paiva às 13h35
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HOJE É O DIA DO NASCIMENTO DE LOUIS ARMSTRONG

 

Cornetista, trompetista, vocalista, Louis foi a maior personalidade do jazz de todos os tempos. Tido por muitos como um ‘bom crioulo’ bochechudo e engraçado, Louis revolucionou a música de jazz de uma forma tão profunda e radical que podemos considerá-lo um marco histórico: o jazz antes e depois de Louis Armstrong. O impacto e a importância de Armstrong na evolução do jazz encontram apenas um único paralelo de comparação: Charlie Parker.

Achei um vídeo dele cantando sua mais conhecida canção “What A Wonderful World” mesclado com algumas imagens do filme “Bom dia Vietnã”.



Escrito por luis paiva às 21h12
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A MENINA E O PÁSSARO ENCANTADO

Ruben Alves

 

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado. Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades. Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.

Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão e explicou:

-"Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto
que eu vi, como presente para você."

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro. Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça e novamente explicou:

-"Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.”

E de novo começavam as estórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre. Mas chegava sempre uma hora de tristeza.

-"Tenho que ir", ele dizia.

-"Por favor, não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar.”

-"Eu também terei saudades", dizia o pássaro. -"Eu também vou chorar, mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios. E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar."
Assim ele partiu. A menina sozinha chorava de tristeza à noite. Imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.

-"Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz."

Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera.

Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz. Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro:

-"Ah! Menina. Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias e sem a saudade, o amor irá embora.”

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente. Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar. Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu pássaro amado. Até que não mais agüentou e abriu a porta da gaiola.

-"Pode ir, pássaro, e volte quando quiser."

-"Obrigado, menina! Eu tenho que partir e é preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. É preciso voar, voar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar.”

E partiu. Voou que voou para lugares distantes e a menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.

-"Que bom”, pensava ela. -“Meu pássaro está voando e ficando encantado de novo."

E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, se perfumava e colocava flores nos vasos.

-"Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje.”

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque em algum lugar ele deveria estar voando espalhando seu encanto. De algum lugar ele haveria de voltar. AH! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama.

E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.

- “Quem sabe ele voltará amanhã...  quem sabe... quem sabe...”

 



Escrito por luis paiva às 00h16
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SUPER HOMEM – O GIL

 

Hoje é aniversário do Gil.

Como na semana passada, fiz questão de lembrar do Chico, hoje não posso deixar de fazer menção ao grande poeta Gilberto Gil.

Quero reproduzir aqui um texto do meu professor de roteiro, do projeto Revelando os Brasis, prof. Paulo Halm.

Eis o texto:

 

"(...) Na SPFW, a mais importante semana de moda do País, Gilberto Gil fez uma palestra/coletiva sobre a moda e a economia da cultura. Comparou a indústria brasileira da moda à Amazônia e seu "potencial não completamente realizado".(...)

Perto de terminar a sessão de perguntas, uma repórter pediu ao ministro para definir a moda. Gil ponderou: "Não defino, a moda é plural". Para ilustrar, recordou sua roupa na passagem de som, três dias antes, no Festival de Verão de Salvador.
- Fui para o ensaio com uma calça muito usada pelos meninos do Ilê Aiyê, na Bahia. É a calça do dia de minha iniciação no Opô Afonjá (terreiro de Candomblé em Salvador). Me sinto bem com ela, e tenho outras duas. Minha moda é assim: da calça do Ilê a esse terno Prada aqui...
A bancada dos jornalistas abandonou a sobriedade e se entusiasmou ao ouvir a palavra "Prada". Gritos e aplausos. "Uh-hu, uh-hu!". Gil voltou ao microfone:
- Ah, é? Vocês só gritam "uh-hu" quando eu falo no terno Prada? Não vi a mesma reação com a minha calça. Essa é uma mentalidade colonizada que precisamos superar. Prada não é mais elegante que um turbante do Ilê Aiyê!" (...)

É por essas e outras que eu admiro sinceramente o ministro da cultura Gilberto Gil.
Não à toa um dos mais atuantes do governo Lula.

 



Escrito por luis paiva às 13h30
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TRADIÇÃO PERDE ESPAÇO PRA MODERNIDADE

NO "SÃO JOÃO" DE CAMPINA GRANDE (PB)*

 

O 'maior São João do Mundo', como ficou conhecida a tradicional festa junina de Campina Grande, na Paraíba, ganha ares de modernidade a cada edição. No 26º ano de sua realização, o grande número de outdoors, camarotes e shows que fogem do 'menu' regional acabam descaracterizando um evento que se vende como manifestação cultural e religiosa, mas que caiu nas garras da indústria do entretenimento.

O forró eletrônico é o estilo que mais toca nos alto-falantes. Pelas vielas do Parque do Povo (o coração da festa), espalham-se estandes de vendas de equipamentos eletrônicos e barracas promocionais de patrocinadores. No figurino dos freqüentadores, a ordem é esquecer o vestido xadrez e o chapéu de palha em casa. Meninas usam salto alto e fino, enquanto os garotos calçam tênis, jeans, camiseta e boné. A fogueira, símbolo maior das comemorações juninas, é grandiosa: tem 20 metros de altura. E seria mais se não fosse por um 'detalhe': é iluminada artificialmente.

Os números da festa impressionam, a começar pelo calendário, com um mês inteiro de comemorações. A infra-estrutura é de embasbacar: 44 mil metros quadrados do Parque do Povo, por onde se espalham 380 barracas, 400 atrações musicais e mais de 500 horas de forró para todos os gostos. Além deste reduto, que também abriga um grande palco, camarotes e várias palhoças (ilhas) de forró, outros 40 mil metros quadrados guardam o Centro de Cultura e Arte Marines, sem contar o parque cenográfico 'Sítio de São João' e a Feira de Artesanatos, que completam o complexo preparado para receber os festejos juninos.

Circulando pelo Parque do Povo, a sensação, sem dúvida, é a de estar em um grande evento, mas sem saber exatamente qual. Enquanto é possível encontrar toques de regionalismo na Vila Nova da Rainha (reprodução de como era Campina Grande antigamente) e na Tabladrilha (palco onde se apresentam quadrilhas dos 64 bairros da cidade), o turista pode saborear uma gastronomia que vai muito além da tipicamente junina. Quando se pode encontrar yakisoba, pizza, hambúrguer e pastel num mesmo lugar.

 

* O texto não é meu. É um resumo de uma materia que retirei no site da Uol.



Escrito por luis paiva às 13h53
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